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Separação magnética e prevenção de acidentes no beneficiamento mineral

Como a separação magnética orienta a prevenção de acidentes e a segurança operacional no beneficiamento mineral, com apoio do diálogo diário de segurança?

Separação magnética não é apenas uma etapa de processo: é um ponto de concentração de energia, movimento e interfaces críticas (correias, alimentadores, peneiras, manutenção, limpeza e intervenção). Por isso, ela precisa entrar no planejamento diário como risco de processo e risco operacional, e não como “rotina da planta”. Do ponto de vista técnico, a separação magnética é um método consagrado no processamento mineral para concentrar minerais ou remover impurezas com base na resposta a campos magnéticos, sendo parte estruturante de rotas de beneficiamento.

É aqui que o diálogo diário de segurança (DDS) (marcar conteúdo do tema) se torna decisivo: ele conecta o que muda no dia (manutenção, ajustes de rota, troca de correia, chuva, aumento de throughput, intervenção em equipamento) com as medidas preventivas e as barreiras de controle. Quando esse diálogo é alimentado por dados reais de operação (alertas, limites, eventos de quase-incidente, condições de tráfego e operação de equipamentos móveis ao redor da planta), a organização fortalece a prevenção de acidentes e melhora a resposta a risco crítico, com efeito direto na segurança operacional.

segurança no processo de separação magnetica em consonância com as dez regras de ouro

A NR-22 é norma setorial de mineração e busca reduzir a incidência de acidentes no setor; além disso, sua redação atual reforça o enfoque em Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO).

Por que a prevenção de acidentes precisa começar na planta e se estender ao pátio, tráfego e máquinas móveis

Em mineração, construção e indústria pesada, a maior parte dos eventos graves nasce de uma combinação previsível:

  • Variabilidade do ambiente (chuva, lama, rampas, vento, visibilidade, tráfego).
  • Energia elevada (massa, velocidade, altura, torque, partes móveis).
  • Intervenções fora do padrão (manutenção emergencial, ajustes rápidos, “atalhos”).

Por isso, prevenção de acidentes não pode ser tratada como campanha. Ela precisa ser um sistema de barreiras técnicas + barreiras organizacionais. A NR-12 define referências técnicas e medidas de proteção para resguardar a integridade física e estabelece requisitos mínimos para a prevenção de acidentes nas fases de projeto e utilização de máquinas e equipamentos.

A prevenção funciona quando a organização estabelece:

  1. Limites operacionais objetivos (inclinação, vento, zonas de tráfego, permissões de partida).
  2. Detecção (sensores/telemetria/registro).
  3. Resposta (parada segura, isolamento, bloqueio, comunicação e retomada controlada).

Isso vale tanto para o beneficiamento mineral (correias, britagem, peneiramento e separação magnética) quanto para o ecossistema ao redor (caminhões, pás, empilhadeiras, guindastes, frentes de obra e vias internas).

Como a segurança operacional vira padrão quando o DDS passa a ser orientado por dados (e não por percepção)?

Segurança operacional é consistência: operar “do mesmo jeito certo” mesmo quando o cenário muda. Para isso, o DDS precisa deixar de ser genérico e virar um mecanismo de controle diário. Uma referência pública do DNIT descreve o DDS como ação de auxílio à prevenção de acidentes por atualização constante de informações fundamentais para manter a integridade física dos trabalhadores.

Na prática, um DDS orientado por dados responde, todos os dias:

  • O que mudou hoje? Clima, rota, manutenção, janela de içamento, aumento de produção.
  • Qual risco crítico está mais provável? Tombamento, colisão, queda de carga, aprisionamento, falha humana.
  • Quais limites e gatilhos de parada? Ex.: vento máximo, inclinação máxima, áreas restritas.
  • Quem decide e como comunica? Supervisão, líder de equipe, operador, rádio/WhatsApp/controle.

A Mestria entra como “ponte” entre cultura e controle, porque seus dispositivos geram sinais claros para a pauta do DDS e sustentam a execução ao longo do turno.

Como tecnologias Mestria conectam separação magnética, DDS e prevenção de acidentes na prática?

A lógica operacional é direta: o DDS define risco e regra do dia; a tecnologia garante o limite do dia.

Inclinômetros MX103 / MX153 / MX200 (tombamento e instabilidade)

  • Risco controlado: tombamento no basculamento, instabilidade em rampa, operação fora do envelope seguro.
  • Como entra no DDS: “limite de inclinação do dia”, “pontos críticos pós-chuva”, “frentes com alerta no turno anterior”.

Impacto: reduz variabilidade, fortalece decisões de parada e melhora a consistência da segurança operacional.

Controle do Risco de Tombamento é outra condição para maior segurança nos processos da mineração, que incluem a separação magnetica.

Anemômetro Solar | ANX103 Solar (vento e içamentos)

  • Risco controlado: rajadas e vento acima do limite em operações com guindaste/elevação.
  • Como entra no DDS: janela de içamento, gatilho de parada, protocolo de retomada.
  • Impacto: reduz risco de queda de carga e eventos críticos por condição ambiental variável.
Bem como a separação magnética, outros setores da mineração utilizam procedimentos mais seguros com os equipamentos da Mestria, como o Anemômetro a Energia Solar;

Sinalizador de Filas para Mineração | MWX10 (tráfego interno e conflito operacional)

  • Risco controlado: colisões, zonas cegas, conflito entre equipamentos e pessoas, interseções críticas.
  • Como entra no DDS: rotas prioritárias, pontos de atenção, regras de velocidade e comunicação.
  • Impacto: diminui exposição no pátio e em vias internas, especialmente em horários de pico de movimentação.

Bafômetro Inibidor de Ignição | ETX103 (aptidão: álcool e partida segura)

  • Risco controlado: operação sob efeito de álcool (falha humana de alto impacto).
  • Como entra no DDS: checagem de aptidão e reforço de política de tolerância zero.
  • Impacto: cria barreira objetiva antes do início da operação.
Entre os equipamentos de segurança aplicados à mineração e aos processos de separação magnética, destaca-se o bafômetro veicular embarcado da Mestria, que impede a ignição do equipamento ao detectar a presença de álcool no operador.

Emociograma | EMX100 (prontidão humana: fadiga/estresse/atenção)

  • Risco controlado: degradação de atenção, fadiga e estresse em tarefas críticas e turnos longos.
  • Como entra no DDS: alocação de tarefas críticas conforme prontidão e reforço de pausas/rodízio quando necessário.
  • Impacto: reduz probabilidade de erro humano em cadeia.

Smart Concret, MIA5, MIA6 (padronização e automação operacional)

  • Risco controlado: desvios de procedimento, variabilidade do processo e operação sem rastreabilidade.
  • Como entra no DDS: pontos de verificação do dia, alarmes recorrentes e lições do turno anterior.
  • Impacto: fortalece disciplina operacional e gera evidência para melhoria contínua.

Blue Monster (operação remota em áreas críticas)

  • Risco controlado: exposição em áreas inclinadas e mato alto, risco biológico e atividade manual em zona crítica.
  • Como entra no DDS: perímetro de segurança, comunicação e regra de operação remota.
  • Impacto: substitui exposição direta por execução remota.

Como o beneficiamento mineral e a separação magnética devem entrar no roteiro diário de segurança?

No beneficiamento mineral, o erro “pequeno” costuma ocorrer em momentos previsíveis:

  • Intervenção de manutenção em correias/transportadores,
  • Limpeza/retirada de material,
  • Ajustes de processo sob pressão de produção,
  • Liberação apressada após parada.

Como a separação magnética é parte fundamental de rotas de processamento e melhoria de qualidade do minério/produto, ela precisa ter protocolos claros de operação, intervenção e retomada.

Recomendações objetivas para o DDS da planta (5–12 minutos)

  1. “Hoje haverá intervenção em qual equipamento? ”
  2. “Qual energia perigosa está envolvida e como será bloqueada? ”
  3. “Quais pontos de aprisionamento/partes móveis serão isolados? ”
  4. “Como fica o tráfego no entorno da planta durante a intervenção? ”
  5. “Quais limites operacionais e quem autoriza a retomada? ”

Base setorial: a NR-22, em sua atualização, reforça o GRO e trata de organização de locais/atividades e circulação e transporte — tópicos diretamente impactados por planta + pátio + máquinas móveis.

Qual o papel do diálogo diário de segurança na sustentação de rotina segura em alto risco?

O diálogo diário de segurança sustenta a disciplina. Ele é o mecanismo que impede “normalização do desvio” quando a operação está rodando bem. E ele ganha força quando:

  • Tem pauta do dia (não genérica),
  • Usa dados do turno anterior,
  • Define limites e gatilhos de parada,
  • Fecha com responsáveis e comunicação.

O DDS, em referência pública, é descrito como ferramenta para atualizar informações e apoiar a prevenção de acidentes; essa lógica fica ainda mais efetiva quando a pauta vem de evidências (sensores e registros).

Resultado esperado: mais segurança operacional com menos improviso e mais previsibilidade para equipes, supervisão e gestão.

DDS como sistema de controle e prevenção de acidentes em processos de produção na mineração, incluindo a separação magnética.

separação magnética, prevenção de acidentes, segurança operacional, diálogo diário de segurança e beneficiamento mineral não competem entre si: eles formam o mesmo sistema de controle quando a operação envolve energia elevada, partes móveis, tráfego interno e intervenção frequente. A diferença entre “rotina” e “risco crítico” costuma estar na disciplina diária e na existência de limites objetivos sustentados por tecnologia. Com sensores, telemetria e barreiras embarcadas, o DDS deixa de ser ritual e vira comando operacional: reforça decisões de parada segura, reduz variabilidade e melhora a rastreabilidade para evolução contínua — alinhado às bases da NR-22 (mineração) e NR-12 (máquinas e equipamentos).

Fale com a Mestria e implemente tecnologias que reforçam a prevenção de acidentes, elevam a segurança operacional e garantem operações mais seguras com máquinas pesadas, caminhões e equipamentos móveis.
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